|
FLOOR JANSEN ESTÁ DE VOLTA! Heavy metal não é somente pra homens barbudos, camisas pretas e esburacadas e cheios de tatuagens, afirma Floor. Depois do fim de sua bem sucedida banda After Forever, Floor voltou com tudo. Com sua nova banda ReVamp e seu corpo atordoante ela garante que o Heavy Metal pode ser muito legal e gostoso. Sua nova banda já possui um CD, que a partir de agora já pode ser encontrado nas lojas. De áspero, gritado, cru e impossível de escapar até baladas onde a voz da Floor foi cuidadosa e clara. Em 4 de junho haverá uma festa do lançamento do álbum, mas antes disso ela nos concedeu essa entrevista: - Quanto tempo você levou pra pensar no nome Revamp? Eu pensei neste nome em 2008. Eu já não sei mais como cheguei a este nome, mas eu sei que ele grudou na minha cabeça. Depois que o After Forever acabou e eu comecei a procurar uma nova banda, este foi o primeiro nome que eu pensei. Ele significa to redoe (refazer) ou to renovate (renovar). Pra minha carreira tomar um novo gás. E Vamp eu também acho legal, pra mim significa uma mulher forte, -in charge (no controle). E tudo se encaixou assim que eu decidi voltar a ter uma banda de metal. - Qual é a musica mais bonita que você já escreveu? Oh, isso é muito difícil de responder. Cada musica é uma extensão de mim mesma. Tipo um filho. Mas se eu tiver mesmo que escolher, então eu escolho a balada que eu escrevi pro After Forever: Strong. Essa significou muito pra mim. É uma musica que eu escrevi pra minha mãe. Muitas vezes eu escrevo musicas alegres, mas então elas tem algo de especial. Eu acho muito legal que eu possa usar minha emoções e que as pessoas se relacionem com elas.
- Porque metal? Isso entrou em mim quando eu tinha uns 15 ou 16 anos e nunca mais saiu. Eu tenho que dizer que eu gosto de fazer outros tipos de musica. Enquanto eu estudava, tive vários contatos com outros gêneros e aprendi de tudo. Mas o metal eu escolhi inconscientemente. Metal me dá uma pontada maior e mais profunda do que eu jamais senti. E veja; agora eu não tenho filhos e nem casa própria. Então eu tenho agora a liberdade. Eu tenho uma base de fãs que construí nos últimos 12 anos. E eu tenho naturalmente o know-how de todos esses anos. - E como você se sentiu em estar pela primeira vez em grandes festivais como Lowlands e Pinkpop. E também os internacionais. Como foi isso? Sim, é uma loucura. Eu nunca imaginei que isso iria acontecer. Lógico que eu sonhava com isso, mas eu sempre tive um pé nos sonhos e outro na realidade. E que isso tenha realmente acontecido foi super legal. - 4 de junho é a festa de lançamento do CD. O que você espera disso? Eu ainda não sei. O álbum só sai uma semana antes, dia 28 de maio. E eu preciso me acostumar com isso. O interesse existe e eu espero que a casa de show esteja cheia. Eu quero fazer um show especial. E espero que o kick-off seja de um novo começo. - Você já colocou vários vídeos no YouTube. Você tem recebido muitas reações positivas? Sim, as pessoas acham legal serem envolvidas no processo. Em outubro eu coloquei meu novo website no ar e lá eu deixei bem claro que estava iniciando uma nova banda. O nome da banda eu também soltei bem rápido. Os filmes são para as pessoas sem manterem informadas do que está acontecendo. Você se faz visível e acessível e isso é sempre apreciado. Alguns filmes já foram vistos mais de mil vezes. No dia 5 de maio fizemos nosso primeiro show no Bevrijdingsfestival. No dia seguinte já haviam vídeos no YouTube e em alguns dias mais de mil pessoas reagiram. - Onde estará o ReVamp daqui dez anos? (risos) Então, aí vai ter muitos shows no Ahoy [maior casa de show da Holanda], mas lá vai ser muito pequeno pra gente. The sky is the limit (o ceu é o limite) em termos de ambições. óos queremos ir o quão longe pudermos. Tradução Liss Spinardi |