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A revista tcheca dedicada ao mundo metal Spark lançara no próximo dia 6, uma edição que contém uma matéria curiosa: a Floor entrevistando a cantora finlandesa Tarja Turunen. Já há duas perguntas publicadas no site, o mais breve possível uma tradução estará disponível aqui no FlooRocks. Além disso também há uma entrevista só com a Floor. No site também há duas perguntas públicadas. Confira a tradução: Spark: O fim da sua primeira banda, o After Forever, é um enigma para os fãs. Vocês emitiram uma nota oficial, mas os motivos reais ainda ficaram só entre vocês, os membros da banda. Agora você já pode falar abertamente sobre o que realmente aconteceu? Floor: A banda durou muito tempo, foram 13 anos de trabalho duro, naquela época nós nem podíamos respirar direito. O guitarrista Sander Gommans começou a ter problemas de saúde e não pode se juntar a nós para a turnê do último álbum. Ele voltou, mas não durou muito tempo, ele não podia sair até que estivesse totalmente curado.
Nós sabíamos que a banda precisava estar 100% e sem ele isso era simplesmente impossível. Ele melhorou com o tempo, mas não podia dar tudo pela banda. Ele teve que ficar de fora e assim começamos a pensar no que fazer. Spark: O novo álbum mostra que é mais agressivo que o After Forever e provavelmente mais variado. Você sentia essa necessidade de ser mais agressiva na sua banda atual? Floor: As bandas que eu costumo ouvir são muito mais agressivas do que era o After Forever. Normalmente há poucos vocais melódicos e mais tipos diferentes de 'screams' e gritos. Como exemplos eu posso citar o Soilwork e o Arch Enemy. Eu queria combinar o som deles com a minha voz. Não somos tão sinfônicos e melódicos quanto o After Forever. Eu adoro o som da guitarra e sua ferocidade, então eu foquei isso no ReVamp. |